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revista Sindinfo 003

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No Brasil, nove entre 10 startups morrem antes de começar a funcionar

Publicado em: 03/10/2014
 

Dados da Associação Brasileira de Startups apontam que atualmente nove entre cada dez startups fecham as portas antes de o negócio entrar em vigor. Para o especialista em inovação, André Telles, esse cenário negativo acontece em função de poucas empresas empreeendedoras conseguem cumprir as quatro etapas necessárias para considerar o projeto bem-sucedido.

Teles elenca quais são elas: a ideação, a prototipação, o aporte de recursos e o ganho de escala e monetização. "Aumentar a escala em sua base de usuários é a etapa mais difícil para uma startup, mas muitas também falham na monetização", analisa. O especialista, no entanto, sustenta que, apesar do alto índice de mortalidade, o momento das startups no Brasil é amplamente positivo.

Dados da Anjos Brasil mostram que o investimento destinado às companhias iniciantes cresceu 25% de 2012 para 2013, atingindo R$ 619 milhões. Na avaliação dos empreendedores, ao ter uma apresentação clara do negócio (com números e projeções) e um modelo jurídico definido (contemplando previsão de crescimento e regras de entrada e saída de investidores), torna-se mais simples obter capital.

No Brasil, o Wikipass é citado como exemplo de desaque no cenário das startups. Fundado em 2012, o Wikipass é um aplicativo gratuito que concentra a visualização de redes sociais (Facebook, Twitter, Linkedin, Instagram e Youtube) numa mesma timeline. A startup deu os primeiros passos com investimento próprio de seus fundadores, Diego Boufleur, diretor-executivo, e Cintia Schoeninger, diretora de operações.

Boufleur explica que, em 2013, a empresa identificou a necessidade de aumentar seus aportes para acelerar o desenvolvimento e o lançamento do aplicativo. "Tínhamos a possibilidade de buscar linhas de crédito governamentais, apoio de investidores-anjo ou correr atrás de investimento com nossas próprias pernas. Apostamos na última opção", observa o empresário.

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